A sigla LER significa Lesões por Esforço Repetitivo, e não é considerada uma doença. Trata-se de uma síndrome que, costumeiramente, está associada ao trabalho. Sintomas como dor nos membros superiores, fadiga, sensação de peso, formigamento e redução da amplitude dos movimentos são comuns de aparecer, costumando ocorrer mais na região cervical, cintura escapular e nos membros superiores do corpo.  

A síndrome é formada por diversos tipos de doenças, como tenossinovite, bursite, tendinite, dedo de gatilho, epicondilite, síndrome do desfiladeiro torácico, que afeta músculos, nervos e tendões dos membros superiores, o que sobrecarrega o sistema musculoesquelético do ser humano.

Quando isso acontece, a pessoa pode sentir dores, e podem ocasionar alterações funcionais na região comprometida pelo distúrbio.

Causas da síndrome de LER

A síndrome é desenvolvida por meio de mecanismos de agressão, que acontecem desde esforços repetitivos e contínuos, que exigem bastante força para a sua execução, até postura inadequada, estresse e vibração.

Devido à associação de terminologias, a condição fez com que a síndrome fosse considerada como uma doença ocupacional. Evidenciando também a existência de muitos colaboradores sujeitos a maiores riscos, como pessoas que trabalham em linhas de produção, operando britadeiras, assim como músicos, esportistas, e até pessoas que realizam trabalhos manuais.

Sintomas apresentados

Os principais sintomas apresentados pelo LER são:

  • Fadiga muscular;
  • Dor nos membros superiores;
  • Dor nos dedos;
  • Mudança da temperatura e sensibilidade corporal;
  • Dificuldade para se movimentar;
  • Formigamento;
  • Inflamação.

Lembrando que esses sintomas estão diretamente ligados à realização de atividades de forma inadequada, e que podem aparecer em todo o corpo e não só nos membros superiores. Por isso, é importante ficar atento aos sintomas.

Tratamento

Em casos em que a dor está aguda, o tratamento acontece com o uso de anti-inflamatórios e repouso das estruturas musculoesqueléticas que foram comprometidas. Quando a síndrome se encontra em sua fase mais avançada são feitas aplicações de corticoides na área em que ocorreu a lesão ou podem ser aplicadas de forma oral também. Dependendo do caso, pode haver intervenção cirúrgica, mas, antes disso, é importante considerar os recursos fisioterapêuticos.

A fisioterapia para alívio das dores causadas pela síndrome de LER

A fisioterapia é uma opção que gera resultados positivos frente às dores causadas no ambiente de trabalho e pode ser usada como uma ação preventiva, além de uma ação que provoque somente alívio das dores. Ela procura estimular a percepção e consciência corporal do indivíduo, realizando devidas instruções sobre as posturas corretas e organização do espaço temporal.

Ela também desenvolve programas preventivos de orientação, ginástica laboral, que são exercícios específicos para serem feitos dentro do ambiente de trabalho e durante o expediente, com o objetivo de proporcionar relaxamento e alongamento muscular.

A fisioterapia aplicada ao ambiente corporativo visa melhorar a saúde do colaborador, o que resulta em uma maior disposição do funcionário e, consequentemente, mais produtividade, além de aumentar sua qualidade de vida, algo que poderá ser muito mais aproveitado pela empresa, apenas por proporcionar momentos saudáveis e relaxantes aos seus colaboradores.

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